terça-feira, 2 de outubro de 2012

Que sinal você está esperando?



Nada acontece por acaso, e existe uma força maior que nos guia e nos dá sinais para sabermos qual o melhor caminho a seguir. Muita gente acredita nisso, e pede a Deus para receber os sinais. O problema é que quando não queremos ver o caminho, duvidamos ou escolhemos negligenciar os sinais, alegando que não estão claros. Custamos a perceber que nunca vamos ouvir de Deus uma frase do tipo: - Meu filho, faça isso! E enquanto esperamos, assumimos uma posição passiva e esperamos que algo aconteça. Afinal, somos pessoas de fé. Mas esquecemos do nosso livre arbítrio. Esquecemos também que o futuro é construído por nós.

E no meio de tantas dúvidas, os sinais vão aparecendo... A gente não sabe o que sente por alguém e reza pra tentar entender. Aí quando pensamos nessa pessoa, sentimos saudade daquele abraço que parecia que tinha o poder de parar o mundo, das conversas, das risadas, da companhia mesmo em situações corriqueiras, da presença, do beijo, da convivência, de tanta coisa. Derramamos lágrimas de saudade, e continuamos pedindo sinais. Nada parece ser suficiente. Precisa ser mais claro?

Para muitos não. Já veriam aí uma bela história de amor e abraçariam felizes a oportunidade. Mas para outros, a necessidade de crescimento que vem com os amores faz com que fechem inconscientemente os olhos para esse sentimento. Crescer é doído. Desde pequenos não queremos largar a chupeta, abrir mão dos nossos brinquedos, fazer o dever de casa, ir à escola todos os dias...

Tomar decisões importantes também não é tarefa fácil. Mas pode ser pior não atender aos chamados da vida. É certo que tudo acontece ao seu tempo, mas se a vida te apresenta uma demanda, muito provavelmente é porque já é hora de dar conta dela... E se não agarramos a chance de aprender e evoluir pelo amor, ainda existe a opção número 2, que é fazê-lo pela dor. A escolha é nossa!

domingo, 23 de setembro de 2012

Resignificando o sim e o não




Porque o sim nem sempre significa sim. E idem o não. Contradição pouca é bobagem. Às vezes ficamos longe desejando ardentemente estar perto. Comemos salada querendo pizza. Dizemos que uma pessoa é legal, e sentimos o contrário. Ou pior, um dia a gente acha isso mesmo e no outro não mais. Mundo que gira, cabeça que gira junto. E absorvidos nesse espiral, seguimos tentando administrar nossa bipolaridade natural e  também a alheia. Hora ou outra fazemos uma pausa e abrimos nosso manual de instruções, mas tem dias que parece que escreveram em grego ali. Aí meu amigo, haja oração pra dar conta!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Amo muito!!!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Clube do Filme


Leitura deliciosa para quem curte cinema e também uma boa história. Prendeu minha atenção logo na primeira citação:

"Eu não sei nada sobre educação, exceto isso: que a maior e mais importante dificuldade dos seres humanos parece residir naquela área que diz respeito a como criar os filhos, e como educá-los" - Michel de Montaigne.

No livro "O Clube do Filme", um pai separado em apuros com o desinteresse do filho de 15 anos pela escola permite que o menino deixe a instituição em troca de assistir com ele um determinado número de clássicos do cinema por semana. Certo ou errado - quem poderá afirmar? O fato é que ousadia, coragem, criatividade e principalmente, é claro, a vontade de estar 'perto' do filho e impedir que o elo entre eles seja rompido motivaram esse pai a subverter a ordem natural e educar seu filho de uma maneira alternativa. 

O resultado desta experiência David Gilmore conta no livro "O Clube do Filme". Vale à pena ler essa linda história cheia de amor, dificuldades, e principalmente, muitos comentários sobre os filmes que pai e filho assistiram juntos. Sem dúvida um grande aprendizado para ambos!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sinceramente

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Quem duvida?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Ascenda luzinhas no coração


Todos nós temos um holofote no coração. Aí você vai perguntar: Então por que tenho que ficar ascendendo luzinhas? Porque na maioria das vezes esse holofote está apagado e precisamos dele para iluminar o caminho à nossa frente.

Cada coisa boa que fazemos no dia, seja dar um sorriso a alguém, uma palavra amiga, uma conversa paciente com quem precisa ser ouvido, uma doação a um necessitado, um gesto de carinho, uma oração, um bom pensamento, tudo isso ascende luzinhas no coração da gente. 

Mas atenção: cada má ação do dia apaga uma luzinha. Então, como ascender meu holofote?

Vigiando os pensamentos, as ações, as palavras, nos colocando no lugar do outro, pensando que nada nos custa ajudar uma pessoa que precisa de algo que podemos dar, tendo paciência, vendo o lado positivo das coisas, etc. 

No início precisa vigiar muito, mas depois cada vez mais luzinhas ficam ascesas, e quando você menos esperar... a noite virou dia.

Ilumine seu coração! Não é fácil, mas posso garantir que é muito gostoso de fazer. E lembre-se: cada vez que ajudamos alguém, ajudamos primeiro a nós mesmo.