domingo, 23 de setembro de 2012

Resignificando o sim e o não




Porque o sim nem sempre significa sim. E idem o não. Contradição pouca é bobagem. Às vezes ficamos longe desejando ardentemente estar perto. Comemos salada querendo pizza. Dizemos que uma pessoa é legal, e sentimos o contrário. Ou pior, um dia a gente acha isso mesmo e no outro não mais. Mundo que gira, cabeça que gira junto. E absorvidos nesse espiral, seguimos tentando administrar nossa bipolaridade natural e  também a alheia. Hora ou outra fazemos uma pausa e abrimos nosso manual de instruções, mas tem dias que parece que escreveram em grego ali. Aí meu amigo, haja oração pra dar conta!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Amo muito!!!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Clube do Filme


Leitura deliciosa para quem curte cinema e também uma boa história. Prendeu minha atenção logo na primeira citação:

"Eu não sei nada sobre educação, exceto isso: que a maior e mais importante dificuldade dos seres humanos parece residir naquela área que diz respeito a como criar os filhos, e como educá-los" - Michel de Montaigne.

No livro "O Clube do Filme", um pai separado em apuros com o desinteresse do filho de 15 anos pela escola permite que o menino deixe a instituição em troca de assistir com ele um determinado número de clássicos do cinema por semana. Certo ou errado - quem poderá afirmar? O fato é que ousadia, coragem, criatividade e principalmente, é claro, a vontade de estar 'perto' do filho e impedir que o elo entre eles seja rompido motivaram esse pai a subverter a ordem natural e educar seu filho de uma maneira alternativa. 

O resultado desta experiência David Gilmore conta no livro "O Clube do Filme". Vale à pena ler essa linda história cheia de amor, dificuldades, e principalmente, muitos comentários sobre os filmes que pai e filho assistiram juntos. Sem dúvida um grande aprendizado para ambos!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sinceramente

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Quem duvida?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Ascenda luzinhas no coração


Todos nós temos um holofote no coração. Aí você vai perguntar: Então por que tenho que ficar ascendendo luzinhas? Porque na maioria das vezes esse holofote está apagado e precisamos dele para iluminar o caminho à nossa frente.

Cada coisa boa que fazemos no dia, seja dar um sorriso a alguém, uma palavra amiga, uma conversa paciente com quem precisa ser ouvido, uma doação a um necessitado, um gesto de carinho, uma oração, um bom pensamento, tudo isso ascende luzinhas no coração da gente. 

Mas atenção: cada má ação do dia apaga uma luzinha. Então, como ascender meu holofote?

Vigiando os pensamentos, as ações, as palavras, nos colocando no lugar do outro, pensando que nada nos custa ajudar uma pessoa que precisa de algo que podemos dar, tendo paciência, vendo o lado positivo das coisas, etc. 

No início precisa vigiar muito, mas depois cada vez mais luzinhas ficam ascesas, e quando você menos esperar... a noite virou dia.

Ilumine seu coração! Não é fácil, mas posso garantir que é muito gostoso de fazer. E lembre-se: cada vez que ajudamos alguém, ajudamos primeiro a nós mesmo.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Os exemplos renovam


Essa está fresquinha e é um delicioso fragmento de boa notícia. Ontem de manhã minha amiga recebeu uma encomenda e pagou com um cheque. Depois de algum tempo recebeu uma ligação do banco do qual é cliente dizendo que uma pessoa tinha encontrado o cheque dela na rua. Ela achou estranho, e...

Desvendando o mistério, a história foi assim: a pessoa pegou o cheque e foi embora. Em algum momento deixou o cheque cair bem no centro da cidade. Um office boy que passava pelo local encontrou o cheque e o entregou em uma loja próxima, dizendo que alguém tinha perdido. A vendedora da loja resolveu tentar encontrar a dona do cheque e ligou para o banco. O banco entendeu a história e ligou para a minha amiga dizendo onde estava o cheque. E ela, por sua vez, entrou em contato com a pessoa que o havia perdido.

A pessoa buscou o cheque, a história terminou bem e todos serão abençoados pela honestidade que já é uma virtude conquistada por eles nessa caminhada e pelo exemplo que estão dando para quem ainda está por conseguir essa conquista. Porque como disse Albino Teixeira, as palavras inclinam, mas os exemplos renovam.