
Essa é uma pergunta chave para nos percebermos melhor e refletirmos sobre nossa forma de nos portar no mundo. Por trás de nossas ações existe um mecanismo que nos move, e que pode ser algo da essência do nosso ser ou algo momentâneo.
Em um grupo de estudos realizado na Dedico (Despertar da Divina Consciência) alguém colocou que podemos ser motivados por sentimentos ou por emoções. Nunca tinha parado para pensar desta forma e percebi na hora que aquilo era mesmo uma verdade. E mais, que era uma constatação muito importante.
Quando agimos de acordo com as nossas emoções, que são passageiras e extremamente ligadas ao nosso ego, o resultado normalmente não condiz com a nossa essência. A emoção é algo que brota em determinado momento e que costuma estar ligada a alguma situação a que somos expostos.
Quando somos ofendidos, por exemplo, muitas vezes sentimos brotar em nós emoções desagradáveis como raiva e indignação. Se reagimos no calor do momento, acabamos falando coisas que não correspondem ao que sentimos ou pensamos. E depois podemos colher as conseqüências de um desatino por muito tempo. O melhor nessas ocasiões é não reagir. É respirar e deixar passar... (eu sei que não é fácil, mas vale a tentativa).
Isso não quer dizer que não devemos falar sobre o que nos incomoda, e sim que o melhor é falar em um momento de mais equilíbrio. É procurar um diálogo quando pudermos nos expressar movidos pelos nossos sentimentos verdadeiros. Certamente o amor que mora em todos nós poderá guiar nossas palavras.
Você já parou para pensar no que move as suas ações?
Em um grupo de estudos realizado na Dedico (Despertar da Divina Consciência) alguém colocou que podemos ser motivados por sentimentos ou por emoções. Nunca tinha parado para pensar desta forma e percebi na hora que aquilo era mesmo uma verdade. E mais, que era uma constatação muito importante.
Quando agimos de acordo com as nossas emoções, que são passageiras e extremamente ligadas ao nosso ego, o resultado normalmente não condiz com a nossa essência. A emoção é algo que brota em determinado momento e que costuma estar ligada a alguma situação a que somos expostos.
Quando somos ofendidos, por exemplo, muitas vezes sentimos brotar em nós emoções desagradáveis como raiva e indignação. Se reagimos no calor do momento, acabamos falando coisas que não correspondem ao que sentimos ou pensamos. E depois podemos colher as conseqüências de um desatino por muito tempo. O melhor nessas ocasiões é não reagir. É respirar e deixar passar... (eu sei que não é fácil, mas vale a tentativa).
Isso não quer dizer que não devemos falar sobre o que nos incomoda, e sim que o melhor é falar em um momento de mais equilíbrio. É procurar um diálogo quando pudermos nos expressar movidos pelos nossos sentimentos verdadeiros. Certamente o amor que mora em todos nós poderá guiar nossas palavras.
Você já parou para pensar no que move as suas ações?





