
Quando jogamos uma pedrinha no lago, ela faz com que se formem ondas que reverberam pela água e alcançam grandes distâncias. Com as nossas atitudes acontece o mesmo. Se a gente começa o dia recebendo um sorriso ou qualquer coisa que nos deixa felizes, a pessoa que teve a atitude para conosco jogou a pedrinha, que certamente formará uma onda boa. Quando a gente recebe coisas positivas, acaba reproduzindo esse comportamento durante o dia. Pode ser ficando serena, tratando bem os colegas, trabalhando com disposição, falando de coisas boas, levantando o astral de quem está por perto, fazendo uma delicadeza, etc. Assim, inconscientemente, contribuímos para definir o tipo de onda que vai se formar.
Mas se ao contrário, desequilibramos uma pessoa, ofendendo ou entristecendo-a com uma atitude, formamos uma onda negativa, pois provavelmente ela repassará isso de alguma forma. Pode ser deixando outras pessoas preocupadas, ficando desatenta ou agressiva, não conseguindo realizar tarefas solicitadas e etc. Isso desencadeia uma série de desequilíbrios em pessoas que, inicialmente, nada têm a ver com a ofendida.
Por exemplo, a secretária de uma empresa fica chateada com algo que o marido fez de manhã. Ela chega no trabalho só pensando no que aconteceu. O chefe logo fica nervoso porque vê que ela errou um relatório muito importante. Quando a esposa dele liga, ele a trata mal porque está preocupado com as conseqüências desse erro. A esposa chora, deixando a família triste. E por aí vai... Esse caso é só um exemplo, mas a onda é real e faz parte do nosso dia a dia.
Desta forma, é bom refletirmos sobre o tipo de comportamento que temos e que tipo de onda queremos ajudar a formar, pois podemos estar provocando terremotos no Japão com um grito que damos no Brasil. Mas por outro lado, podemos estar promovendo a paz em nossas vidas e em outros recantos com atitudes de amor, equilíbrio, serenidade e paciência.
Ensinamento do Mestre Fernando em palestra da Dedico – Despertar da Divina Consciência.
Mas se ao contrário, desequilibramos uma pessoa, ofendendo ou entristecendo-a com uma atitude, formamos uma onda negativa, pois provavelmente ela repassará isso de alguma forma. Pode ser deixando outras pessoas preocupadas, ficando desatenta ou agressiva, não conseguindo realizar tarefas solicitadas e etc. Isso desencadeia uma série de desequilíbrios em pessoas que, inicialmente, nada têm a ver com a ofendida.
Por exemplo, a secretária de uma empresa fica chateada com algo que o marido fez de manhã. Ela chega no trabalho só pensando no que aconteceu. O chefe logo fica nervoso porque vê que ela errou um relatório muito importante. Quando a esposa dele liga, ele a trata mal porque está preocupado com as conseqüências desse erro. A esposa chora, deixando a família triste. E por aí vai... Esse caso é só um exemplo, mas a onda é real e faz parte do nosso dia a dia.
Desta forma, é bom refletirmos sobre o tipo de comportamento que temos e que tipo de onda queremos ajudar a formar, pois podemos estar provocando terremotos no Japão com um grito que damos no Brasil. Mas por outro lado, podemos estar promovendo a paz em nossas vidas e em outros recantos com atitudes de amor, equilíbrio, serenidade e paciência.
Ensinamento do Mestre Fernando em palestra da Dedico – Despertar da Divina Consciência.


Gentilezas são verdadeiras delícias! É tão bom quanto encontrar um doce que a gente adora na geladeira. Aliás, isso também é uma gentileza de quem o deixou lá... É bom receber porque a gente se sente querido, e quem não gosta de se sentir querido? Eu adoro! E também é bom fazer porque a gente recebe algo igualmente delicioso de volta: um sorriso.

